sexta-feira, 20 de outubro de 2017

SEIS ANOS DEPOIS


"No sexto aniversário do brutal assassinato de Muamar Kadafi, expressamos nossa grande tristeza e dor pelo povo da Líbia e da África. Este homem,  Muamar Al-Kadafi, um visionário que se importava muito com o seu país e com o seu povo, era tanto uma ameaça para a Nova Ordem Mundial sionista, que eles não só o assassinaram brutalmente (e seu filho Mutassim), mas também destruíram sua linda Líbia.

A Líbia era um exemplo de como a riqueza de um país pode ser compartilhada pelo Povo, e não podia ser tolerada. Ainda pior do que isso, esses banqueiros sionistas criminosos não tinham controle sobre a Líbia, pois o país não tinha dívidas e não fazia parte do FMI ou do Banco Mundial.

Kadafi entendeu o jogo sujo da 'moeda fiat' [dinheiro sem lastro] e iniciou a criação do Banco Africano, operando com uma moeda de ouro para a África. Essa iniciativa teria destruído os 'banqueiros-fiat'.

A destruição da Líbia, o roubo de todas as suas reservas, a invasão por mercenários islamistas radicais (250 mil) e a morte de cerca de 1 milhão de líbios inocentes foram e são considerados pelos sionistas da Nova Ordem Mundial como 'danos colaterais aceitáveis'.

Quanto ao resto do mundo, despertar para o mal que controla este mundo não é uma opção. Acorde ou seja destruído."

http://libyanwarthetruth.com/moammar-al-ghadafi-great-leader-libya-and-africa-assassinated-6-years-ago-today


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Parlamento britânico reconhece que a intervenção na Líbia
foi mera agressão

"Relatório do Parlamento britânico mostra que a guerra da OTAN na Líbia baseou-se em uma série de mentiras:

'Líbia: o exame da intervenção e o colapso e as futuras opções políticas do Reino Unido', uma investigação do Comitê de Relações Exteriores bipartidário da Câmara dos Comuns, condena fortemente o papel do Reino Unido na guerra, que derrubou o governo do líder da Líbia, Muamar Kadafi e mergulhou o país norte-africano no caos.

'Não vimos nenhuma evidência de que o governo do Reino Unido tenha realizado uma análise adequada da natureza da rebelião na Líbia', afirma o relatório. 'A estratégia do Reino Unido foi fundada em pressupostos errôneos e uma compreensão incompleta das evidências'.

O inquérito da Líbia, iniciado em julho de 2015, é baseado em mais de um ano de pesquisas e entrevistas com políticos, acadêmicos, jornalistas e muito mais. O relatório, divulgado em 14 de setembro, revela o seguinte:

Kadafi não estava planejando massacrar civis. Este mito foi exacerbado pelos rebeldes e pelos governos ocidentais.

A ameaça dos extremistas islâmicos, que teve grande influência na revolta, foi ignorada - e o bombardeio da OTAN tornou ainda pior a ameaça, dando ISIS uma base no norte da África.

A França, que iniciou a intervenção militar, foi motivada por interesses econômicos e políticos, não humanitários. [em diversas passagens o relatório procura amplificar a culpa da França e relativizar a do Reino Unido]

A rebelião - que foi violenta, não pacífica - provavelmente não teria sido bem sucedida se não fosse pela intervenção e ajuda militar estrangeira [ou melhor, não teria havido rebelião sem interferência estrangeira]. Os meios de comunicação estrangeiros, particularmente a Al Jazeera do Qatar e a Al Arabiya da Arábia Saudita, também espalharam rumores infundados sobre o governo da Líbia e Kadafi [que os meios ocidentais divulgaram, juntamente com suas próprias invenções].

O bombardeio da OTAN mergulhou a Líbia em um desastre humanitário, matando milhares de pessoas e deslocando centenas de milhares mais, transformando a Líbia do país africano com o mais alto padrão de vida em um estado fracassado devastado pela guerra.

O Mito de que Kadafi iria massacrar civis

'Apesar de sua retórica, a proposição de que Muamar Kadafi teria ordenado o massacre de civis em Bengazi não foi apoiada pela evidência disponível', afirma claramente a Comissão dos Negócios Estrangeiros... 'Em suma, a escala da ameaça para os civis foi apresentada com certeza injustificada'.

O resumo do relatório também assinala que figuras políticas de oposição exiladas como Soliman Bouchuiguir, presidente da Liga da Líbia para os Direitos Humanos, com sede na Europa, alegaram que, se Kadafi retomasse a cidade: 'Haverá um verdadeiro banho de sangue, um massacre como vimos em Ruanda'.

O relatório do Parlamento britânico, no entanto, observa que o governo líbio havia retomado as cidades dos rebeldes no início de fevereiro de 2011, antes que a OTAN lançasse sua campanha de ataque aéreo, e as forças de Kadafi não atacaram civis. Kadafi fez um discurso acalorado que ameaçava os rebeldes que haviam conquistado as cidades. Ele disse que 'eles são poucos' e 'alguns terroristas', e os chamou de 'ratos' que 'estão transformando a Líbia nos emirados de Zawahiri e bin Laden', referenciando os líderes da Al Qaeda. No final de seu discurso, Kadafi prometeu 'limpar a Líbia, centímetro por centímetro, casa por casa, beco por beco', desses rebeldes. Muitos meios de comunicação ocidentais, no entanto, implicaram ou relataram que sua observação era uma ameaça para todos os manifestantes. William Hague, que serviu como o secretário de Estado britânico para assuntos do exterior e da Commonwealth durante a guerra na Líbia, afirmou à comissão que o governo de Kadafi prometeu 'ir de casa em casa, beco por beco, exigindo sua vingança contra o povo de Bengazi'. Ele acrescentou: 'Muitas pessoas morreriam'.

George Joffé, estudioso da Universidade King's College de Londres e especialista no Oriente Médio e Norte da África, disse à Comissão dos Negócios Estrangeiros que, enquanto Kadafi às vezes usava uma retórica intimidante, exemplos anteriores mostram que o líder libio sempre foi 'muito cuidadoso' em evitar vítimas civis.

Em um caso, Joffé observou: 'em vez de tentar remover as ameaças ao regime no leste, na Cirenaica, Kadafi passou seis meses tentando pacificar as tribos que estavam localizadas lá'.

Kadafi 'teria tido muito cuidado na resposta real', disse Joffé no relatório. 'O medo do massacre de civis foi muito exagerado'.

Alison Pargeter, pesquisadora sênior do Royal United Services Institute e especialista em Líbia, que também foi entrevistada para a investigação, concorda com Joffé. Ela disse ao comitê que não havia 'evidência real de que naquela época, Kadafi estava se preparando para lançar um massacre contra seus próprios civis.' Pargeter acrescentou que os libios que se opunham ao governo exageraram o uso de 'mercenários' de Kadafi - um termo que costumavam usar como sinônimo para os líbios da descendência subsaariana. Pargeter disse que 'Na verdade os negros foram violentamente oprimidos pelos rebeldes líbios. A Associated Press informou em setembro de 2011: 'Forças rebeldes e civis armados estão reunindo milhares de negros líbios e migrantes da África subsaariana'. 'Praticamente todos os detidos dizem que são trabalhadores migrantes inocentes'. (Os crimes dos rebeldes contra os líbios negros passariam a piorar ainda. Em 2012 o Human Rights Watch informou que os rebeldes líbios realizaram 'deslocamentos forçados de aproximadamente 40 mil pessoas, detenções arbitrárias, e a tortura e os assassinatos são generalizados, sistemáticos e suficientemente organizados para constituírem crimes contra a humanidade'.) 

Hillary Clinton, que desempenhou um papel de liderança no empurrar para o bombardeio da OTAN da Líbia, afirmou que Kadafi faria 'coisas terríveis' se não fosse parado. De março a outubro de 2011, a OTAN realizou uma campanha de bombardeio contra as forças do governo da Líbia. Afirmou estar perseguindo uma missão humanitária para proteger civis. Em outubro, Kadafi foi brutalmente morto - sodomizado com uma baioneta por rebeldes. (Ao ouvir a notícia de sua morte, a secretária Clinton anunciou, ao vivo na TV, 'Viemos, vimos, ele morreu!')

O relatório do Comitê de Relações Exteriores ressalta, no entanto, que, enquanto a intervenção da OTAN foi vendida como uma missão de ajuda humanitária, seu objetivo ostensivo foi realizado em apenas um dia. Em 20 de março de 2011, as forças de Kadafi recuaram aproximadamente 40 milhas para fora de Bengazi, depois que aviões franceses atacaram. 'Se o principal objetivo da intervenção da coalizão fosse a necessidade urgente de proteger civis em Bengazi, esse objetivo foi alcançado em menos de 24 horas', diz o relatório. No entanto, a intervenção militar prosseguiu por vários meses. O relatório explica que 'a intervenção limitada para proteger civis havia se tornado uma política oportunista de mudança de regime'.

Esta visão foi desafiada, no entanto, por Micah Zenko, um membro sênior do Conselho de Relações Exteriores. Zenko usou os próprios materiais da OTAN para mostrar que 'a intervenção da Líbia era sobre mudanças de regime desde o início'. Na sua investigação, a Comissão dos Assuntos Externos cita um relatório de Anistia Internacional de junho de 2011, que observou que 'a cobertura da mídia ocidental desde o início apresentou uma visão muito unilateral da lógica dos eventos, retratando o movimento de protesto como totalmente pacífico e sugerindo repetidamente que as forças de segurança do regime massacraram inexplicavelmente manifestantes desarmados que não apresentavam nenhum desafio à segurança'.

A Anistia Internacional também não conseguiu encontrar provas da acusação de que o governo da Líbia deu Viagra às suas tropas e as encorajou a violar mulheres em áreas dos rebeldes. Então, a secretária de estado Clinton, entre outros, contribuiu para este mito não provado.

... Hoje, a Líbia é o lar da maior base do grupo extremista genocida ISIS fora do Iraque e da Síria. Outros grupos islamistas apropriaram grandes territórios depois que o governo líbio foi destruído. 'Agora está claro que as milícias islamistas desempenharam um papel crítico na rebelião a partir de fevereiro de 2011', afirma claramente a Comissão dos Negócios Estrangeiros."

Naturalmente, o relatório não diz tudo. Por exemplo, não reconhece os grupos islamistas como agentes do Ocidente. Mas pode vir a ser um passo importante para estabelecer a culpabilidade dos governos que agrediram a Líbia.



"Líbia 2017: A ascensão de Saif al Islam"


https://www.youtube.com/channel/UCLs05UqJXI1c1s0eW79umIg



Tunísia: encerrada pelo Parlamento de Tobruk
a reunião da ONU para controlar a Líbia

http://libyanwarthetruth.com/un-meeting-tunisia-control-libya-shut-down-hor - 17/10/2017

"A ONU, totalmente culpada da destruição ilegal da Líbia em 2011, continua a tentar impor seu controle sobre o povo líbio. O governo das marionetes das Nações Unidas, formado fora da Líbia sem a aprovação ou votação do povo da Líbia em 2015 e obrigado a entrar furtivamente em Trípoli no escuro da noite, não tem nenhum apoio na Líbia. O Governo de Acordo Nacional (GNA) de Sarraj sabe que o povo da Líbia está cansado de ser controlado pelos fantoches da Nova Ordem Mundial e não agüenta mais. O Exército Nacional da Líbia agora controla 95% do país e está prestes a tomar Trípoli, e segue eliminando as milícias terroristas, radicais e fantoches ocidentais sionistas.

Com o fim de sua posição na Líbia à vista, e com as Grandes Tribos da Líbia unidas sob a bandeira verde da Jamahiriya trabalhando para expulsar do país esses traidores e invasores; a ONU decidiu convocar uma reunião. A reunião foi na Tunísia e contou com a presença de líderes do governo legalmente 'eleito' de Tobruk (a Câmara dos Representantes, HOR[*]) e do seu próprio governo fantoche de Trípoli (GNA). A reunião foi supostamente criada para discutir a unificação do país e uma eleição que criaria um governo recém-formado apoiado e eleito pelo povo. Claro, na realidade a ONU estava na reunião para manter sua posição e para ditar as futuras atividades do governo na Líbia. O resultado foi que a reunião foi encerrada hoje pela HOR de Tobruk. Tendo lidado com os jogos sujos dos sionistas da Nova Ordem Mundial nos últimos 7 anos, os líbios não serão enganados ou forçados a permitir que os marionetes sionistas sigam controlando e roubando seu país por mais tempo.

Não há trabalho com os sionistas, a única opção é limpar o país dos usurpadores e acabar com eles. Os criminosos banqueiros imperialistas sionistas não têm interesse pelo povo da Líbia, apenas pelas suas terras e seus recursos. Assim, por que qualquer líbio confiaria ou trabalharia com a ONU? A ONU e a OTAN são as duas organizações criminosas que ilegalmente bombardearam o seu país à extinção, deixaram milhares de terroristas criminosos no terreno, prenderam, torturaram e mataram milhares de libios, roubaram todo o dinheiro dos bancos, roubaram casas e carros das pessoas, estupraram e abusaram de mulheres e crianças, destruíram fontes de água e energia, etc., etc.

A ONU está vivendo em algum tipo de universo alternativo se acha que o povo da Líbia a ouvirá ou participará de qualquer iniciativa em prol da sua Nova Ordem Mundial."

Joanne Moriarty 

[*] Obs.: o Parlamento Líbio, ou Casa dos Representantes (HOR - House of Representatives) foi legalmente eleito no sentido de que a eleição seguiu as leis vigentes. Porém não foi legitimamente eleito, porque essas leis não foram deliberadas pelo Povo Líbio, mas pelo governo fantoche anterior. Nessa eleição, porém, as milícias ligadas à Fraternidade Muçulmana, até então no poder, perderam todos os cargos, e resolveram retomá-los à força, em uma guerra que durou um ano e destruiu parte de Trípoli. A ONU, que tanto se empenhara em legitimar a eleição, passou a apoiar os islamistas, e o Parlamento refugiou-se em Tobruk. Em seguida a ONU criou um novo governo, supostamente de coalizão dos dois supostos governos. A única força representativa do Povo Líbio, o Conselho das Tribos, apóia taticamente o Parlamento de Tobruk e o remanescente do Exército Líbio, comandado pelo general traidor Kalifa Haftar, que se opõem em certa medida aos islamistas.



Manifestantes em Bani Walid se reúnem na noite de sábado pedindo a Saif al-Islam Kadafi para liderar o país. - 24/06/2017






EUA 16 anos depois: um pesquisador do governo americano fala sobre os atentados de 11/9/2001 (leg. em diversas línguas)



http://thesaker.is/stand-for-the-truth-a-government-researcher-speaks-out-911-evidence-and-nist/



Síria

EUA criticam Assad por "dificultar" seus esforços anti-ISIS


19 de outubro de 2017 

"O exército árabe sírio (SAA) e o Estado Islãmico (ISIS) ainda estão lutando pela cidade de Al-Qaryatayn, na província de Homs. Em 18 de outubro, o SAA retomou a estação ferroviária a norte da cidade. Em 17 de outubro, a ISIS afirmou que 20 membros da SAA foram mortos em confrontos nas adjacências.

De acordo com fontes locais, o SAA ainda não iniciou uma ofensiva direta na cidade porque o ISIS usa civis locais como escudos humanos.

Na província de Deir Ezzor, o SAA avançou ao norte da capital provincial, na margem oriental do Eufrates. De acordo com fontes pró-governamentais, todas as aldeias agora estão sob controle das tropas do governo. No entanto, esses relatórios ainda precisam ser confirmados por fotos ou vídeos.

Em 18 de outubro, o Gen Issam Zahreddine da Guarda Republicana foi morto em uma explosão de IED (bomba improvisada) durante a operação contra o ISIS na Ilha Saqr, a nordeste da cidade de Deir Ezzor. Zahreddine foi um dos mais proeminentes generais sírios e um herói da batalha por Deir Ezzor. Ele liderava as tropas governamentais que defendiam a cidade dos terroristas do ISIS nos últimos anos. Sob o seu comando, as tropas locais do governo mantiveram o controle sobre a base aérea militar e uma parte da área urbana até que a força de desbloqueio atingisse a cidade, quebrando o cerco do ISIS em setembro de 2017.

No mesmo dia, a secretária de imprensa da Casa Branca, Sarah Huckabee, acusou a aliança sírio-iraniana e russa de prejudicar os esforços da coalizão dirigida pelos EUA contra o ISIS durante a batalha pela cidade de Raqqa.

'Esta grande vitória da coalizão global e dos nossos valentes combatentes teve um alto custo, particularmente para as Forças Democráticas da Síria, que sofreram muitas baixas ao lutarem para libertar seu próprio país da a opressão do ISIS', disse ela, acrescentando que 'Infelizmente, o regime sírio e seus aliados obstruem os esforços para libertar Raqqa. Em vez de se concentrarem na luta contra o ISIS, as forças pró-regime atacaram nossos parceiros e tentaram impedi-los de libertar o povo sírio da brutalidade do ISIS'.

Huckabee também acrescentou que os EUA continuam 'empenhados em apoiar os esforços de estabilização e forças de segurança locais nas áreas liberadas, em prol de uma transição política na Síria'.

Durante a administração Obama, as palavras 'transição política' significavam que os EUA estão tentando derrubar Assad e impor o governo da 'oposição moderada' [acidentalmente ligada à Al-Qaeda] em Damasco. Agora, não está claro o que significa quando a administração Trump usa essas palavras.

Enquanto isso, a mídia da aliança das Forças Democráticas da Síria (SDF) anunciou que o Enviado Especial dos EUA para a coalizão norte-americana, Brett McGurk, afirmou durante uma reunião com o Conselho Civil de Raqqa, vinculado às SDF, que 'o regime sírio nunca terá um ponto de apoio em Raqqa.'

A retórica americana mostra definitivamente que Washington usará as SDF e a área ocupada pelas SDF como ponto de apoio para as suas próprias ações diplomáticas e, no pior cenário, ações militares, no esperado impasse entre os seus aliados e o governo de Damasco, na Síria pós-ISIS."

http://thesaker.is/syria-war-report-october-19-2017-u-s-blames-assad-for-hindering-its-anti-isis-efforts/